Um jogo pode começar de muitos jeitos.
Criar, cooperar e explorar abrem caminhos diferentes para uma brincadeira. Conheça os objetivos de cada atividade e as conversas que ajudam o grupo a participar.

Criar com as mãos
Construções de papelão, peças de madeira e materiais simples podem transformar uma ideia em um desafio coletivo.
Jogar para colaborar
Uma missão compartilhada pode convidar a ouvir e negociar. A proposta prioriza participação e alternância de papéis. Não há promessa de resultado pedagógico, terapêutico ou de desempenho.
Explorar o lado de fora
Jogos de observação e desafios em espaços abertos podem fazer parte de uma programação. As imagens não identificam uma instalação real.
Ter tempo de pausa
Descansar, beber água e poder observar antes de entrar na atividade são questões a planejar. O funcionamento das pausas, alimentação e apoios deve ser explicado às famílias na proposta final.
Cada grupo pede um cuidado
Idades, tamanho do grupo, duração e necessidades de participação influenciam a escolha das atividades. Nenhuma faixa etária ou capacidade foi anunciada. A apresentação do projeto não constitui uma oferta de vaga.